Em uma sala pequena e apertada, habitava-se um espectro de sentimentos: De um lado via-se a depressão dançando alegremente e a ansiedade em um ritmo lento Do outro lado podia-se ver a bipolaridade com uma expressão facial que não sumia, um sorriso longo e alegre. No centro da sala vÃamos o autismo sendo o rei da festa, interagindo com todos enquanto dançavam e cantavam. Aquele dança não era para loucos como diziam por aÃ… Era uma dança para almas curadas, porque eles somente precisavam curar a mente, enquanto os que se diziam “bons da cabeça” precisavam curar a alma.
Ele era a morte e, disse a ela: -Ali perto de um rio tem uma árvore com folhas rosas e várias maçãs verdes, escolha uma e coma,cada maçã tinha um poder de cura; a maior era para curar a solidão, a mais bonita era para curar a ansiedade, a mais verde era para curar a tristeza, a mais difÃcil era para curar a depressão. E havia uma maçã vermelha que estava escondida mais pra cima das outras, essa era para curar todas as suas dores.
Ela procurava a maçã mais bonita e pegou uma verde mas não comeu, olhou para a morte e disse: -Eu quero ir com você… Leve-me onde não há dor e só paz e alegria eterna, eu te imploro.
A Morte sorriu, agarrou a mão dela e disse: -Você já está nesse lugar… Não desista e coma a maçã desta árvore, mesmo que você coma apenas uma maçã que irá resolver apenas uma de suas dores, ela te devolverá a vida e você sentirá que só há vida quando há esses sentimentos…
Havia uma floresta secreta com poucos habitantes onde apenas animais especiais viviam nela Nela morava um coelho branco que estava sempre vestido com um mamacão azul marinho e sua  casa era um sapato gigante, muito bonita.
O Doutor Coelho estava atendendo a Abelha Rainha que estava triste por causa de seu mel que havia sido roubado, enquanto ele atendia a abelha estava passando na frente da janela do Senhor Urso que dizia: -Vejam isso, um doido tentando ajudar outro doido!
O Doutor Coelho não se aborreceu com o comentário do Senhor Urso pois sabia que em algum dia ele iria precisar do Doutor Coelho.
De tarde o Doutor Coelho estava indo descansar, pegou seus dois travesseiros feitos de chocolate para se deitar quando encostou a cabeça em seus travesseiros ele ouviu uns gritos, então se levantou para ver o que estava acontecendo, saiu de seu sapato gigante e se deparou que nenhum de seus vizinhos estavam ali.
Preocupado ele foi em busca de todos eles, enquanto caminhava na floresta encontrou um elefante magnÃfico que tinha asas de borboleta.
Enquanto o Doutor agradecia aos elogios, eles escutaram uns gritos muito alto, o Lefalante se desesperou e disse: -Odeio barulhos, por favor faça esses gritos pararem.
O Doutor Coelho ficou feliz e disse: – Fico feliz com isso e lembre-se sempre: -Não há nenhum animal que não precise de um Doutor Coelho pelo menos uma vez em sua vida.