
Em uma sala pequena e apertada, habitava-se um espectro de sentimentos:
De um lado via-se a depressão dançando alegremente e a ansiedade em um ritmo lento
Do outro lado podia-se ver a bipolaridade com uma expressão facial que não sumia, um sorriso longo e alegre.
No centro da sala víamos o autismo sendo o rei da festa, interagindo com todos enquanto dançavam e cantavam.
Aquele dança não era para loucos como diziam por aí… Era uma dança para almas curadas, porque eles somente precisavam curar a mente, enquanto os que se diziam “bons da cabeça” precisavam curar a alma.